Redes e organizações: a cobra mordendo o próprio rabo.

“Nós moldamos nossos prédios e
então nossos prédios nos moldam.”
Winston Churchill, 1924

“Em 1997 um incêndio destruiu uma planta do principal fornecedor de válvulas da Toyota no Japão. Refém da sua própria excelência, estoques enxutos ameaçavam paralisar sua produção por semanas. Mas suas linhas pararam por apenas dois dias. Com pouca influência direta do grupo Toyota, fornecedores se reorganizaram e foram capazes de estabelecer fábricas de válvulas alternativas em tempo recorde. E a Toyota colheu os frutos plantados cada vez que priorizou o relacionamento de longo prazo com seus parceiros. Hoje, catástrofes sem precedentes e instabilidades políticas exigem a atuação coordenada não somente de fornecedores, mas da completa rede de relacionamentos da organização, do governo à universidade. Na busca por alento, organizações questionam: como estabelecer e ativamente gerenciar seu ambiente “social”, sua rede de relacionamentos? Ou, nas palavras de Churchill, como podem organizações moldar seus prédios? […]”

Gostou? Mais na minha coluna Gestão em Foco N. 02 na revista Mundo Logística, que, neste mês, conta com nada menos que uma entrevista com Ronald Ballou.

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