Ética: “No beco e sem saída”

“É possível fazer dinheiro sem fazer o mal.”
Sexto ponto da filosofia Google

“Recentemente a Zara, empresa de moda pertencente a um grupo espanhol, foi acusada de possuir fornecedores que se utilizam de condições de trabalho escravo no Brasil. Essa não é a primeira, nem a única, notícia do gênero. Por décadas ouve-se falar que fornecedores asiáticos da Nike supostamente utilizariam mão de obra infantil na confecção de seus produtos. Ainda em 2009 e 2010, a Foxconn, uma das maiores produtoras mundiais de componentes eletrônicos, foi investigada por diversos suicídios em uma planta de fabricação do iPhone da Apple. Isso só para falar dos gigantes que constantemente atraem a atenção da mídia. Nestes casos, embora arranhem a imagem da marca, notícias como estas não vão muito além de balançar o valor de mercado da organização por um curto período de tempo. Mas e no caso da sua empresa? Talvez você não seja nenhum privilegiado como Steve Jobs, Larry Page ou Jack Welch, mas trabalhe em uma empresa de médio porte que constantemente se esforça para se manter no azul. Você sobreviveria ao julgamento popular de um escândalo destes? Provavelmente não. Mas não seria o caso, pois tenho certeza que você sabe exatamente o que se passa com seus funcionários e fornecedores, não é?

Como gestores da cadeia de suprimentos uma responsabilidade dupla nos é atribuída. Não só devemos nos assegurar do comportamento moral interno, mas também de nossos parceiros, fornecedores, distribuidores e (por que não?) consumidores” […]

Você se interessa por ética, moral e seus paradoxos na organização e na gestão da cadeia de suprimentos? Então leia mais na minha coluna Gestão em Foco N. 4 na revista Mundo Logística edição 24 que, neste mês, tem foco no Plano Diretor de Logística.

2 responses to “Ética: “No beco e sem saída”

  1. Sim excelente ponto de vista bem questionável a questão de como sua empresa sairá de uma crise como a exemplificada, no entanto a preocupação deve ser integral e pensando um pouco mais o que dizer dos abalos nas relações pessoais dentro da organizações… De fato os dois lados comprometem pouco ou muito a imagem e para o “gestor” este também passou a ser preocupante no dia a dia… Sucesso!!!

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